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Método de estudo18 de setembro de 2026 13 min IA + revisão editorial

E-books de radiologia gratuitos do CBR: os 23 capítulos, comentados

O que tem dentro de cada um dos 23 capítulos da coleção do Colégio Brasileiro de Radiologia, e em que ordem eles fazem sentido para quem vai prestar prova.

E-books de radiologia gratuitos do CBR: os 23 capítulos, comentados

Em 2.140 questões das provas de residência de 2025 e 2026 que auditamos uma a uma, 496 citam explicitamente um método de imagem no enunciado ou nas alternativas. São 23,2% — quase uma em cada quatro. E 132 delas trazem a imagem impressa na prova, para ser lida.

Ninguém estuda radiologia com essa intensidade na graduação. A disciplina aparece diluída: um bloco no internato, um plantão de pronto-socorro, um professor de clínica que projeta uma tomografia e comenta de passagem.

O Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR) liberou uma coleção que fecha boa parte dessa lacuna. São 23 capítulos em português, 2.087 páginas, acesso livre e sem cadastro — e ela é pouco conhecida fora dos círculos de radiologia. Este texto diz o que tem dentro de cada um e em que ordem eles fazem sentido.

Acessar a coleção completa no site do CBR →

Onde a imagem realmente aparece na prova

Antes de decidir por qual capítulo começar, vale olhar a distribuição. Na mesma auditoria de 2.140 questões, contamos qual método cada enunciado cita:

Método citado no enunciadoQuestões
Tomografia computadorizada203
Ultrassonografia196
Radiografia89
Ressonância magnética55
Mamografia30
Medicina nuclear (cintilografia, PET-CT)27

A soma passa de 496 porque uma questão pode citar mais de um método.

O desenho vai contra a intuição de muita gente: tomografia e ultrassonografia aparecem em 370 das 496 questões — 75%. Ressonância sozinha, sem TC nem US no mesmo enunciado, aparece em 25. Isso reordena a prioridade de leitura. O capítulo de Ressonância Magnética é o mais sedutor, porque é o método que menos se entende na graduação; é também o que menos rende por hora se a prova for daqui a dois meses.

O que é a coleção ESR–CBR

A obra original é o eBook for Undergraduate Education in Radiology, da European Society of Radiology, construído sobre o currículo europeu de radiologia na graduação. O CBR publicou a edição brasileira, com revisão técnica assinada nome a nome por radiologistas daqui — Dante Luiz Escuissato nos capítulos de método, Augusto Braga Fernandes Antunes e Bruno Aragão em IA, Yoshino Tamaki Sameshima e Tatiana Fazecas em pediatria, Adham do Amaral e Castro e Carolina Freitas Lins em musculoesquelético, Pedro Panizza em urogenital, entre outros. A coordenação geral é de Ronaldo Hueb Baroni.

Todos os capítulos seguem a mesma arquitetura, o que facilita muito a consulta:

  1. Anatomia por imagem, com variantes anatômicas
  2. Pontos fortes e fracos de cada modalidade — quando pedir TC, quando pedir US, quando pedir RM
  3. Doenças, agrupadas por mecanismo (congênitas, inflamatórias/infecciosas, tumorais, traumáticas, degenerativas)
  4. Mensagens finais — o resumo em tópicos
  5. Teste Seus Conhecimentos — questões curtas de fixação, com resposta comentada

São 23 capítulos publicados; a página oficial anuncia 26 títulos para a coleção completa, então ainda há material a caminho.

Os sete capítulos de método

Este bloco responde a pergunta que atravessa todas as outras: por que este exame, e não aquele.

CapítuloPáginasDentro dele
Radiografia Convencional66Produção de raios X, feixe, formação da imagem, grandezas dosimétricas, qualidade de imagem
Ultrassonografia44Princípios, do sinal à imagem, artefatos, efeito Doppler, ultrassom com contraste (CEUS)
Tomografia Computadorizada59Tomógrafo, aquisição, unidades Hounsfield, reconstrução, artefatos, dose, anatomia seccional
Ressonância Magnética53Spin eco, gradiente eco, "a selva RM" das demais sequências, agentes de contraste, artefatos
Medicina Nuclear114Princípios, cintilografia planar e SPECT, estudos PET, imagens ósseas, FDG PET/CT, PSMA PET
Meios de Contraste114Contrastes radiográficos, de RM e ultrassonográficos; iônico x não iônico, osmolalidade, reações adversas
IA em Radiologia49Fundamentos, deep learning em imagens médicas, implantação e avaliação de algoritmos, aspectos futuros

Meios de Contraste é o mais subestimado dos sete. Traz as tabelas comparativas dos agentes iodados e dos quelatos de gadolínio, com osmolalidade, viscosidade e perfil de reação adversa — exatamente o conteúdo que sustenta as questões de nefropatia por contraste, de conduta em paciente com creatinina alterada e de reação anafilactoide, e que quase nunca está bem resolvido no material de cursinho.

Medicina Nuclear tem 114 páginas e é o capítulo mais completo do bloco: cintilografia óssea com padrões de metástase, PET-CT com FDG e PET com PSMA na próstata aparecem com casos ilustrados.

Neurologia, coluna, cabeça e pescoço

CapítuloPáginasDentro dele
Sistema Nervoso Central125Infarto isquêmico arterial agudo, hemorragia, tumores intra e extra-axiais, doenças inflamatórias e infecciosas, degenerativas, congênitas, medula espinhal
Coluna Vertebral73Alterações de Modic, nódulo de Schmorl, estenose foraminal, espondilolistese ístmica, fraturas cervicais e toracolombares, espondilodiscite, metástases, vertebroplastia
Cabeça e Pescoço99Faringe, laringe e cavidade oral, seios paranasais, ossos temporais, glândulas salivares, linfonodos cervicais, sinusite e complicações, schwannoma, trauma, lesões congênitas

O capítulo de SNC é o mais longo da coleção depois de Mama, e o mais denso em casos: cada grupo de doença termina com uma imagem e a pergunta "qual é o diagnóstico mais provável?", com resposta. Para quem só viu neuroimagem em aula expositiva, é o capítulo que mais muda a leitura de uma tomografia de crânio no plantão.

Coluna Vertebral resolve um vocabulário que aparece em laudo real e raramente é ensinado — Modic, Schmorl, estenose foraminal — e que costuma travar a interpretação de um laudo de RM de coluna.

Coração, vasos e abdome

CapítuloPáginasDentro dele
Imagem Cardíaca88Câmaras e inervação, radiografia de tórax na avaliação cardíaca, ecocardiografia, TC e RM cardíacas, doença arterial coronária, infarto e suas complicações, cardiomiopatias, pericárdio, congênitas, massas
Imagem Vascular92Doppler, angiotomografia, angiorressonância e angiografia por subtração digital; aneurisma, dissecção, vasculite, doenças venosas, hipertensão portal, tumores e malformações vasculares
Imagem do Fígado81Fígado normal, esteatose, cirrose, lesões císticas, lesões sólidas benignas (hemangioma, HNF), malignas primárias e metástases, procedimentos intervencionistas
Ductos Biliares82Variações anatômicas, litíase e complicações, cistos de colédoco, anomalias congênitas, patologia maligna, colangiografia trans-hepática percutânea
Pâncreas e Baço116Pâncreas divisum, pancreatite aguda e complicações locais, pancreatite crônica, adenocarcinoma ductal, lesões císticas, lesões esplênicas, trauma contuso
Intestino Delgado79Má rotação e volvo, obstruções e intussuscepção, isquemia intestinal, doença de Crohn, tumores, perfuração, radiologia intervencionista
Intestino Grosso89Apendicite, diverticulite, colite infecciosa e ulcerativa, pólipos e síndromes de herança autossômica dominante, câncer colorretal e estadiamento do mesorreto, linfoma, perfuração

Este é o bloco de maior retorno para prova de acesso direto. Apendicite, diverticulite, pancreatite aguda, obstrução intestinal, colecistite e litíase biliar são os quadros que mais aparecem nas questões de cirurgia e de clínica com imagem — e os quatro capítulos de abdome os cobrem com o achado radiológico ao lado do quadro clínico, que é a forma como a banca cobra.

O capítulo de Fígado organiza as lesões focais por comportamento ao contraste, que é o eixo real do raciocínio e o que costuma faltar no resumo de gastro.

Urogenital, pelve feminina, mama e endócrino

CapítuloPáginasDentro dele
Radiologia Urogenital75Urolitíase, massas renais, câncer de bexiga, doenças da próstata, doenças testiculares, varicocele, procedimentos intervencionistas
Pelve Feminina97Anomalias müllerianas, cistos ovarianos, torção ovariana, endometriose, miomas uterinos, câncer cervical, endometrial e ovariano, gravidez ectópica, anormalidades placentárias
Imagem da Mama187Densidade mamária, calcificações, fibroadenoma, hamartoma, lipoma, necrose gordurosa, mastite e abscesso, ginecomastia, doenças malignas, axila, rastreamento, mulheres de alto risco, intervenção e comunicação de resultado
Sistema Endócrino81ACR-TIRADS e nódulo tireoidiano suspeito, câncer de tireoide, hiperparatireoidismo, hipófise e adenoma, suprarrenais, paraganglioma

Imagem da Mama tem 187 páginas — é o capítulo mais extenso da coleção e o mais diretamente aproveitável. Rastreamento, densidade, categorias de calcificação, conduta por achado e investigação de nódulo palpável formam um bloco que cai em ginecologia, em cirurgia e em preventiva.

Sistema Endócrino traz o ACR-TIRADS desenhado, com os critérios ultrassonográficos de suspeição de nódulo tireoidiano — o tema campeão de questão de endocrinologia com imagem, e um dos que mais geram erro por decoreba incompleta.

Pelve Feminina cobre torção ovariana, gravidez ectópica e endometriose profunda com os achados que definem conduta de urgência.

Musculoesquelético e pediatria

CapítuloPáginasDentro dele
Musculoesquelético115Osteoartrite, artrite reumatoide, artrite séptica e metabólica, fraturas patológicas e por estresse, reação periosteal, osteomielite, infecção periprotética, osteomalacia, raquitismo, osteodistrofia renal, encondroma, mieloma, tumores de tecido mole e as lesões "don't touch"
Imagem Pediátrica109Anatomia pediátrica normal por sistema, diferenças entre criança e adulto, fluoroscopia, cardiopatia congênita, intussuscepção, objetos ingeridos, lesões musculoesqueléticas do desenvolvimento, tumores pediátricos, condições multissistêmicas

O capítulo musculoesquelético é o que mais tem seções de "Dicas e Armadilhas" — nove ao longo do texto — e é o único da coleção que ensina explicitamente as lesões don't touch, aquelas que parecem agressivas e não devem ser biopsiadas. Reação periosteal e o vocabulário de agressividade de lesão óssea são a base de qualquer questão de tumor ósseo.

Imagem Pediátrica resolve um problema específico: a maior parte do material de pediatria assume que o aluno sabe ler a radiografia de tórax e de abdome de um lactente, e quase nunca ensina. Aqui a anatomia normal por faixa etária vem antes da doença, que é a ordem certa.

Por onde começar

Ler 2.087 páginas na ordem do sumário não é um plano. Três recortes, conforme o momento:

Se você nunca teve radiologia de verdade. Comece pelos quatro capítulos de método na ordem em que os métodos foram inventados: Radiografia Convencional, Ultrassonografia, Tomografia, Ressonância. São 222 páginas e resolvem a pergunta que atravessa todas as outras. Sem isso, os capítulos por sistema viram lista de doença.

Se a prova é este ano. Pule o método e vá aos de maior densidade: Meios de Contraste, Intestino Grosso, Pâncreas e Baço, Imagem da Mama e Musculoesquelético. Depois use o resto como consulta — quando errar uma questão que dependia de imagem, abra o capítulo do território e leia só a seção daquela doença.

Se você está no internato ou já é R1. Cabeça e Pescoço, SNC e Pediatria são os três que mais mudam conduta no plantão, porque são os territórios em que a decisão de pedir ou não pedir o exame tem consequência imediata.

O que a coleção não cobre

Três limites que valem saber antes de baixar.

Não há capítulo de tórax nem de pulmão. É a ausência mais sentida: pneumonia, derrame pleural, pneumotórax, nódulo pulmonar e TEP não têm capítulo próprio. Parte do conteúdo torácico aparece dentro de Imagem Cardíaca e de Pediatria. Como a coleção está anunciada em 26 títulos e 23 saíram, é plausível que venha.

O recorte é o currículo europeu. Protocolos de rastreamento, nomenclatura de laudo e fluxos de encaminhamento seguem a realidade de lá. Onde a prova brasileira cobra política pública — periodicidade de mamografia pelo Ministério da Saúde, por exemplo — a fonte tem que ser nacional. E há uma diferença de gênero entre os dois materiais: a coleção do CBR ensina a entender a imagem; a prova brasileira cobra decidir a partir dela, num formato específico, com o gabarito de uma banca específica. Para essa ponte entre fundamento e decisão, as Apostilas de Diagnóstico por Imagem do ResiProva organizam 13 volumes de casos comentados, com justificativas por alternativa. Os volumes completos fazem parte da assinatura Pro. No guia de estudo de imagem para a prova, mostramos como combinar os capítulos gratuitos do CBR, o treino com casos e a conferência das diretrizes nacionais vigentes — sem confundir uma referência europeia com uma regra brasileira.

O teste ao final é de fixação, não de treino. Cada capítulo fecha com poucas questões, em estilo diferente do das bancas brasileiras. Serve para conferir leitura, não para treinar prova.

Foi para cobrir esse vão que montamos a série Diagnóstico por Imagem do ResiProva. São 13 volumes, 56 páginas cada, 728 páginas no total, e o que muda é a origem do material: cada um dos 18 casos por volume é construído sobre uma imagem real de prova brasileira, com a figura legendada pela banca e pelo ano. A resolução segue o formato que a prova exige — o gabarito, o que decide o caso, o comentário de cada alternativa, a armadilha e a pérola. Quando a leitura da imagem diverge do que a banca afirmou, a divergência entra declarada num quadro próprio, em vez de ser silenciada. Os volumes cobrem abdome agudo, tórax na emergência, crânio (AVC e TCE), trauma, pelve feminina e obstetrícia, pediatria, osso e articulação, o atlas de RX de tórax e dois volumes de ECG. É material da assinatura Pro, e está descrito em recursos.

Os dois se somam bem: o CBR dá a física e a anatomia por trás do exame; a nossa série dá o treino de decisão na imagem que já caiu em prova. O método para fazer essa ponte — do exame ao achado, do achado à conduta — está em como estudar imagem para a prova de residência.

Como usar junto com o banco de questões

O erro previsível é tratar a coleção como leitura corrida, do primeiro ao último PDF. A evidência sobre aprendizagem é clara quanto a isso: releitura é a técnica de menor retorno já medida, e o ganho vem de recuperar a informação, não de reconhecê-la na página. Os números estão em como estudar para a residência médica.

O uso que rende é o inverso: a questão vem primeiro, o capítulo entra como reparo. Você erra uma questão de nódulo tireoidiano por não saber quais achados ultrassonográficos aumentam a suspeição; abre Sistema Endócrino na seção de ACR-TIRADS; lê seis páginas; volta para a questão. O capítulo funciona como referência dirigida — que é exatamente o que uma obra de 81 páginas por território faz bem.

Para os temas que virarem buraco recorrente, o passo seguinte é flashcard com repetição espaçada.

No ResiProva, as questões que dependem de imagem vêm com a figura da prova original e comentário que explica o achado, alternativa por alternativa. A coleção do CBR é o complemento natural: ela dá o porquê da imagem, o banco dá o treino de decisão sob formato de prova. Os critérios para avaliar qualquer plataforma estão no comparativo de bancos de questões, e o calendário 2027 define quanto tempo você tem.

Baixar os capítulos no site do CBR →


Coleção e-Book Educação em Radiologia na Graduação, realização do Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem, a partir do eBook for Undergraduate Education in Radiology da European Society of Radiology. Todos os arquivos são hospedados e distribuídos pelo CBR, e os links deste artigo apontam para o site oficial. O ResiProva não tem vínculo com o CBR nem com a ESR.

Nota metodológica. Os números vêm de auditoria própria sobre 2.140 questões canônicas de 45 cadernos de residência de 2025 e 2026 (AMRIGS, Einstein, IAMSPE, PSU-MG e Santa Casa de São Paulo), com gabarito conferido contra a folha oficial de respostas de cada prova. Foram contadas como "questão com método de imagem" aquelas cujo enunciado ou alternativas citam radiografia, tomografia, ressonância magnética, ultrassonografia, mamografia, cintilografia, PET-CT ou Doppler: 496 de 2.140 (23,2%). Questões com a figura impressa: 132 (6,2%). A contagem por método é por citação, e uma questão pode entrar em mais de uma linha. Conteúdo e contagem de páginas aferidos nos 23 PDFs publicados pelo CBR.

Última atualização: 18 de setembro de 2026.

#e-books gratuitos#radiologia#CBR#diagnóstico por imagem#radiologia na graduação#material de estudo#graduação em medicina

Perguntas frequentes

Os e-books de radiologia do CBR são gratuitos?
Sim. Os 23 capítulos estão publicados no site do Colégio Brasileiro de Radiologia com acesso livre, sem cadastro e sem pagamento. Basta abrir o PDF pelo navegador ou baixar.
Quantos capítulos e quantas páginas tem a coleção?
São 23 capítulos publicados, somando 2.087 páginas. A página oficial do CBR anuncia 26 títulos para a coleção completa, então ainda há material a caminho.
Qual método de imagem mais cai na prova de residência?
Na nossa auditoria de 2.140 questões de 2025 e 2026, tomografia computadorizada (203 questões) e ultrassonografia (196) lideram: juntas aparecem em 370 das 496 questões que citam algum método, ou 75%. Radiografia vem com 89, ressonância magnética com 55, mamografia com 30 e medicina nuclear com 27.
Por qual capítulo começar se eu nunca estudei radiologia?
Pelos quatro de método, na ordem em que os métodos foram inventados: Radiografia Convencional, Ultrassonografia, Tomografia Computadorizada e Ressonância Magnética. São 222 páginas e explicam por que se pede um exame e não outro — sem isso, os capítulos por sistema viram lista de doença.
Quais capítulos rendem mais para prova de residência?
Meios de Contraste (reação a contraste iodado, nefropatia, gadolínio), Intestino Grosso (apendicite, diverticulite, câncer colorretal), Pâncreas e Baço (pancreatite aguda e complicações), Imagem da Mama (rastreamento e conduta por achado) e Musculoesquelético (fraturas, artrites, tumores ósseos).
A coleção tem capítulo de tórax ou de pulmão?
Não. Pneumonia, derrame pleural, pneumotórax, nódulo pulmonar e TEP não têm capítulo próprio; parte do conteúdo torácico aparece dentro de Imagem Cardíaca e de Imagem Pediátrica. Como 23 dos 26 títulos anunciados foram publicados, é plausível que ainda venha.
Os capítulos trazem imagens reais de exames?
Sim. Cada capítulo mostra os achados em imagens de casos, organizados por doença, e fecha com uma seção de Teste Seus Conhecimentos com questões curtas comentadas. O teste serve para conferir a leitura, não para treinar prova.
A coleção do CBR cobre as diretrizes brasileiras?
Não. A obra segue o currículo europeu de radiologia na graduação, então protocolos de rastreamento, nomenclatura de laudo e fluxos de encaminhamento refletem a prática de lá. Onde a prova brasileira cobra política pública — periodicidade de mamografia pelo Ministério da Saúde, por exemplo — a fonte precisa ser nacional. Para o recorte brasileiro, a série Diagnóstico por Imagem do ResiProva traz 13 volumes com 18 casos cada, construídos sobre imagens reais de provas de bancas brasileiras, com a figura legendada por banca e ano.
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